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História do Grupo



 
 
 
 
 
 
 


 
 
 
 
 

A incrível história dos Backstreet Boys começou há quatro anos atrás, na Flórida, quando três estudantes passaram a se encontrar em shows. Aj McLean, Howie Dorough e Nick Carter tornaram-se amigos e formaram um grupo musical inspirado, em parte, no Boys II Men e Color Me Badd. O trio resolveu que precisavam de mais gente para a banda e decidiram convidar mais duas pessoas. Por obra do destino, conheceram Kevin Richardson através de um amigo. Quando estavam à procura do quinto integrante, Kevin pensou em seu primo Brian Littrell, que morava em Kentucky. Kevin ligou para Brian, que aceitou o convite na mesma hora. Pronto! O Backstreet Boys começava a escrever o primeiro
capítulo de sua tragetória.

Completo, o grupo passou a ensaiar com entusiasmo, até que, em seis meses, começaram a se apresentar em shows estudantis e em competições esportivas, sempre no ginásio de um escola secundária. "É sensacional ver que tudo valeu a pena, que estamos sendo reconhecidos por nossos trabalhos, que as pessoas curtem o que fazemos. Não queremos ser um fenômeno, nós viemos pra ficar e estamos batalhando para manter esse esspaço." (AJ)
 
 
 
 


 
 

Com toda a experiência de palco adquirida durante esse período e com o single"Tell Me That I'm Dreaming", iniciou-se uma nova etapa. A empresária deles, Donna Wright, era amiga de David McPherson, da Jive Records. Depois de muito incistir para que ouvisse a banda, Donna ligou para David, de seu telefone celular, durante uma apresentação do BSB, e deixou  que sentisse a histeria que o grupo provocava na platéia. "Nós recebemos um sinal positivo depois desse dia", conta Brian.

Em 1995, lançaram "We've Got It Goin' On". A música estorou na inglaterra e em toda a europa, onde o estilo do BSB estava ganhando espaço. "Lá eles apreciam o chamado' Grupo de meninos'. Dessa forma, nós tínhamos um mercado aberto", explica Brian, "e como somos americanos, as coisas soavam como uma novidade musical para eles. Mais do que vencer a barreira da fronteira, tínhamos de provar que o BSB era mais que um bando de garotos bonitos. Nós sabíamos cantar, eles precisavam nos ouvir".

Em pouco tempo, a música" I'll Never Break your Heart" começou a subir nas paradas de sucesso. Esse foi só o começo do que viria depois.
 
 
 

Ainda em 1995 o BSB ganhou o prêmio Smash hits, em Londres, como a melhor turnê da temporada. O single" I'll Never Break your Heart" ficou em primeiro lugar na parada Pop neste mesmo ano. Em 1996 o BSB foi eleito o melhor grupo internacional pelos telespectadores da TV alemã. O single" I'll Never Break Your Heart" foi o disco de ouro na Alemanha e o hit nº 1 na Áustria. Se o BSB consegui tudo isso em apenas dois singles, imagine a reação quando o álbum de estréia foi lançado em abril de 1996. No verão do mesmo ano, o BSB embracou para a Europa onde fez a turnê de 57 shows com ingressos totalmente vendidos. Ganharam o prêmio da MTV européia, onde concorreram com o Hanson, Spice Girls, entre outros. Depois disso, foram para o Canadá, onde o CD do grupo ganhou seis discos de platina e chegou em primeiro lugar nas paradas. Os ingressos para os 32 shows marcados no Canadá foram vendidos em apenas 20 minutos. Com isso eles se aproximavam cada vez mais da possibilidade de sucesso nos EUA. "Foi um ano incrível para nós", conta Kevin. De volta para casa, muitas coisas ainda iriam acontecer.

Em Orlando, o BSB passou parte do início de 1997 dentro do estúdio compondo e gravando novas músicas, preparando vozes, tendo uma participação mais ativa no processo criativo e tentando trazer seu som contagiante para a platéia de casa. "Nós sempre quisemos trazer nosso som de volta para casa", afirma Nick. "Mas queríamos ter a certeza de que essa volta iria acontecer de uma forma marcante".
 
 
 
 

Em sua grande estréia americana na Jive Records, o BSB realizou seu sonho. E assim, outro capítulo dessa incrível trajetória começou a ser escrito. Daí pra frente, conquistaram os Estados Unidos, o Japão, o Brasil e o mundo. Hoje eles recordam com muito bom humor tudo que passarem: "Estávamos meio inseguros, mesmo depois do sucesso no Europa. Sempre fica aquele pensamento: 'como será daqui pra frente?' Mas é sensacional ver que tudo valeu a pena, que estamos sendo reconhecidos por nosso trabalho, que as pessoas curtem o que fazemos. Não queremos ser um fenômeno, nos viemos pra ficar e estamos batalhando para manter este espaço", afirma A.J.