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Kevin Scott Richardson
 
Um garoto lindo da rua de trás 
 
É difícil, quase impossível dizer quem é o boy mais lindo do Backstreet 

Certamente Kevin é maravilhoso, mas ele vai além da beleza: é

talentoso e maduro. Mas do que um boy, Kevin é um 

Man com eme maiúculo.

 
Kevin Richardson é quase um sonho de tão bonito. Ele tem 27 aninhos, faz 28 no dia 3 de outubro, e é o mais velho entre todos os boys. Suas expressões nas fotos sugerem que ele é o mais sério e introspectivo do grupo. Mas a palavra que melhor define o jeito Kevin de ser é maturidade.

Não são apenas suas caras e bocas que confirmam este rótulo. Toda essa maturidade também é comprovada em suas declarações e percepções sobre o passado, o momento e o futuro do BSB e dele própio. Kevin parece saber bem o que quer da vida. Conhece seus limites. Sabe onde quer chegar. Mas do que um boy, ele é um Man com eme maiúsculo, um man do jeito que a maioria das garotas sonha em ter ao lado: bonito, talentoso e maduro.

 
Um coração cheio de segredos
 
O que será que se passa no coração de um jovem bonito, que aos 25 anos faz o que gosta, ganha muita grana e que gosta de prestígio e fama junto ao púplico feminino. Qualquer babaca se acharia o máximo, deixaria o sucesso subir à cabeça e, com certeza, teria a carreira prejudicada pela vaidade e arrogância. Mas Kevin não é esse tipinho. Ele batalhou muito para chegar ao estrelato, mas faz questão de manter os pés firmes no chão e fazer uma carreira sólida e duradoura.

Em seu coração deve habitar muitos segredos e desejos. Inteligente, ele sabe bem o que significa ser um BSB e que isso pode, pelo menos no momento, lhe render algumas facilidades. Os segredos são só dele, afinal, a discrição também faz parte da sua personalidade. Mas os desejos já foram revelados em algumas entrevistas.

Sobre o futuro, ele planeja continuar ligado, de alguma forma, à música. "Gostaria de continuar ligado ao trabalho que faço agora, pois desde pequeno luto por isso. Produzir e talvez compor músicas para outros grupos pode me satisfazer, pode me dar tanta alegria como estar em cima de um palco.". Em relação aos planos pessoais, casamento, filhos etc, ele se esquiva: "Acho que minha vida pessoal não interessa muito às pessoas. Não gosto de falar ou me abrir sobre essas quertões, pois qualquer coisa que eu disser pode dar margem às fofocas. Quando encontrar uma mulher que me faça sentir feliz, que me complemente, se sentir que posso viver bem com ela o resto da minha vida, pode ser que eu me case, mas isso não é algo com que eu me preocupe ou viva buscando, afinal, tenho tantas coisas para fazer e pensar. Mas é claro que não quero estar na estrada o resto da minha vida, quero ter uma família algum dia. Família é uma coisa muito importante para mim, quero formar a minha própria, e viajando o tempo todo não dá".

 
Precoce e Ambicioso
 
Se não fosse o mais velho do grupo, provavelmente Kevin seria o boy com mais personalidade. Segundo ele, isso se deve ao convívio com o pai, do qual sente muita saudade.

Na adolescência ele cantava em bandas cover em Kentucky, onde nasceu. "Acho que sempre fui mais ambicioso do que esperto. Eu queria vingar na música, fazer sucesso, mas não admitia, e nem admito, pegar atalhos. Acho que deu certo, pois se venci foi devido ao talento e, claro, a uma boa dose de sorte".

Com uma ponta de saudade no olhar, Kevin relembra da infância. Ele conta que até os 8 anos morou numa fazenda em Harrisburg. "Foi muito bom ter crescido numa fazenda, é diferente da cidade. Lá eu tive animais, árvores, natureza. Tudo servia de inspiração. Aos 9 anos fui morar num acampamento de verão que o meu pai administrava, era um acampamento da igreja. Tive uma infância feliz, me considero privilegiado por isso".

Na fazenda e no acampamento, mesmo sendo um simples garoto, Kevin se mostrava precoce na música e no comportamento maduro. Na hora de brincar, ele brincava, mas na hora de ajudar Gerald, seu adorado pai, ele parecia um verdadeiro homem.

 
Família Do-Ré-Mi

A música corre na veia da família de Kevin.

Ele fala sobre isso e confessa que sente 

muita falta de seu pai: "Eu trocaria

tudo para ter ele de volta"

 
Os Richardson são pessoas que adoram música. A arte corre na veia da família. De seus avós até seu pai e primos ( veja o Brian ), todos tocavam algum instrumento ou viviam cantando e ouvindo música. Por isso teve contato com diversos gêneros musicais, desde o gospel, que cantava na igreja, até as tradicionais músicas de acampamento. "Ouvi muita música, minha família sempre teve ritmo, uma trilha sonora diferente todos os dias. Mas meu gosto pessoal também me influencia. Sempre curti Prince, Eagles, Van Halen, Aerosmith, Elton John, Billy Joe, Boys II Men, New Idition. Tenho um gosto musical muito variado, tudo depende de meu humor no momento".

Todo esse amor pela música trouxe Kevin para Orlando logo após ele se forma no colégio. A sorte a que ele se referiu nos parágrafos anteriores, bateu em sua porta em pouco tempo depois. Ele ouviu falar dos Backstreet Boys e resolveu fazer um teste para entrar no grupo. Aprovado, acabou trazendo Brian, seu primo para compor o grupo. Enfim, a possibilidade de realizar seu sonho era concreta. "A única coisa que pegou no início, foi ter de ficar distante de casa. Mas eu sempre arranjei um jeitinho de matar a saudades. Tento vê-los duas ou três vezes no ano."

Apesar de ter perdido o pai em 1.991, Kevin guarda e preserva a memória dele o tempo todo. Fotos da família sempre o acompanham em todos os lugares. "Sou muito ligado a minha família. Eles são os mais importantes para mim. Estou feliz com todo o sucesso que o BSB faz, mas se tem uma coisa pela qual eu trocaria todo esse sucesso, tudo que conquistei, seria ter meu pai de volta. Sinto falta dele".